O que o telemóvel do técnico não leva
Sem morada, sem código do portão, sem código do alarme — por desenho, e conta se um telemóvel se perder.
Antes de começar
Um telemóvel de serviço fica numa carrinha, cai numa bomba de gasolina e em junho vai parar às mãos de um trabalhador sazonal. O que está nele importa.
Bom saber
A aplicação do técnico nunca recebe a morada, o código do portão, o código do alarme nem o sítio onde está a chave. Não escondidos na interface — nunca enviados para o aparelho. Não há nada para encontrar procurando com mais afinco.
O que recebe, porque sem isso o trabalho é impossível:
- o nome da propriedade e do cliente,
- o ponto no mapa, para que a navegação funcione,
- informação sobre animais — um cão no jardim é uma questão de segurança,
- notas de segurança e instruções especiais,
- notas de acesso,
- a foto de capa, para que se reconheça o portão certo.
Porquê o ponto e não a morada: a navegação precisa de um ponto. Uma morada postal diria ainda a quem tivesse o telemóvel na mão que casa de que rua está vazia durante o inverno.
As notas de acesso é você que as escreve, com cuidado. Essas são enviadas para o aparelho. «Chave debaixo do terceiro vaso» pertence ao registo do escritório, não aqui.
O que não faz
Isto não é cifragem nem apagamento remoto. É uma decisão sobre o que viaja — a proteção mais forte disponível é o dado nunca ter sido enviado.
Quem tiver sessão iniciada no telemóvel consegue ver a rota de hoje. Retirar uma pessoa da equipa retira-lhe o acesso; uma sessão iniciada num telemóvel perdido deve ser terminada alterando esse acesso.
Atualizado 2026-08-21